
o Ataque fulminante de coisas invisíveis, a sombra sonora do desespero da alma, o despertar súbito do fim dos dias, é a calmaria do caos, a profecia, o medo, a angústia.
Zunindo nos ouvidos a dúvida, o telefone não chama, a mensagem não chega, o ofício não volta. A mentira, o descaso e a sobra.
São reparos de uma vida sem solução, o cárcere de potências e a vivência de um sonho que não lhe pertence. Vivemos para os outros, é o vazio na vida onde a estagnação mora.